Stop the Wall

Somos um movimento popular que agrupa a luta dos comitês nos povoados, campos de refugiados e nas cidades contra o Muro e os assentamentos, assim como os esforços da sociedade civil palestina.  Nosso chamado da campanha:

  1. Parar o Muro
  2. Destruir as partes já construídas
  3. Devolver toda a terra confiscada pelo Muro
  4. Compensar por todo dano causado.

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Mais Recente de Palestina

A Ministra da Justiça Portuguesa anunciou a saída do projeto  financiado pela UE, em parceria com o Ministério de Segurança Pública Israelita, a Policia Nacional Israelita e a Universidade de Bar Ilan. O projeto de lei TRAIN, visava unificar as metodologias de interrogatório policial, tem gerado controversia em Portugal por causa da oposição à participação de Israel no Horizon 2020 programa europeu de investigação e inovação, devido aos abusos dos direitos humanos perpretados pelas entidades Israelitas.

Da Palestina acompanhamos com grande preocupação os desenvolvimentos no Brasil. Condenamos o golpe contra o  governo democraticamente eleito, e estamos desolados com a rapidez com que o golpe governamental começou a implementar o seu programa, acumulando politicas de ataque aos direitos do povo brasileiro e globalmente. Infelizmente, estes desenvolvimentos vêm no contexto mais abrangente em que se observa governos que assumem o poder que defendem explicitamente os interesses de pequena elite nacional tal como globalmente defendem os interesses imperialistas.

Israel continua as suas politicas de limpeza étnica e de desalojamento na aldeia de Qalandiya nos arredores de Jerusalém Oriental,  com a destruição de onze edificios recém construidos. Na noite de segunda-feira cerca de 500 soldados entraram na aldeia com bulldozers para perpretar as ordens de demolição. Os edificios seriam a casa de pelo menos 250 pessoas da pequena aldeia, que se tem começado a isolar cada vez mais desde o inicio do ano 2000 com a construção do Muro do Apartheid. Sete Palestinianos e um jornalista foram feridos nos confrontos, quando as forças de segurança israelitas usaram gás lacrimogéneo, granadas de atordordoamento, balas de borracha, e a força para subjugar os aldeãos.  

É com tristeza e indignação que soubemos que João Pereira de Oliveira, conhecido como João Bigode, foi assassinato no dia 15 de Abril por um esquadrão da morte. João Bigode foi baleado por volta das 19h na sua casa em Santana, município de Antônio Gonçalves, Bahia. 

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Para acompanhar a campanha 'Não à cooperação com o sistema repressivo de Israel' Stop the Wall publica:

 

A União Europeia alcançou novos níveis de cumplicidade com crimes israelenses a través do projeto LAWTRAIN, uma parceria UE-Israel no âmbito do programa europeu de financiamento Horizon2020. O projeto pretende unificar a metodologia para interrogatórios entre as forças policiais israelenses e europeias e constitoi uma normalização das práticas mais cruéis, incluindo tortura física e psicológica, maus-tratos, detenções arbitrárias, ameaças e discriminação racial. Com o risco de proliferação de práticas israelenses nos países da UE, tem possibilidade de intensificação de tratamentos desumanos nos sistemas de justiça europea. Reconhecendo como legais os sistemas israelenses de opressão, tais como técnicas desumanas de tortura, a UE está a violar as suas obrigações sob a lei internacional.

Solidariedade

Organizações, movimentos e representantes parlamentares da Palestina e da Bahia estão pedindo a ruptura do acordo de cooperação técnica que as empresas públicas baianas de água, Embasa e CERB, assinaram em 2013 com a empresa estatal israelense da água Mekorot.