Sobre Palestina

Momentos marcantes da luta palestina

 
29 de novembro de 1947 – A Assembleia Geral da ONU recomenda a partilha da Palestina.
 
1948 – Israel declara constituído el Estado de Israel, em 78% do território da Palestina. Inicia-se um processo sistemático de limpeza étnica do povo palestino. Esse período é chamado de Nakba.
Hoje há mais de 6 milhões de refugiados palestinos. Os palestinos que nasceram e moram em Israel (20% do total), sofrem discriminação racial institucionalizada.
 
1964 – É criada a OLP, Organização pela Libertação da Palestina.
 
1967 – Israel ocupa os 22% restantes da Palestina (Cisjordânia, Gaza e leste de Jerusalém), além de outros territórios árabes, como as colinas de Golã, que pertencem ao povo sírio.
Desde então, Israel vem roubando terras e recursos naturais palestinos, construindo colônias exclusivamente judaicas em território palestino, reprimindo brutalmente a resistência palestina, com prisões em massa (muitas vezes efetuadas sem acusação formal), tortura e destruição dos meios de vida dos palestinos.
 
1987 – Primeira Intifada, revolta popular palestina na Cisjordânia e em Gaza.
 
1993 – Firmados os Acordos de Oslo” para a determinação do Estado da Palestina.
 
2000 – Segunda Intifada, reação às violações de Israel dos direitos palestinos e dos Acordos de Oslo.
 
2002 – Início da construção do Muro do Apartheid que e sus obras de infraestrutura e estradas exclusivas para judeus, impede o acesso dos palestinos a . Quando pronto, terá mais de 700 km de extensão.
 
2004 – O Tribunal Internacional de Justiça considera ilegais o confisco de terras palestinas, o muro, as colônias judaicas e destaca as obrigações legais da comunidade internacional neste contexto.
 
2005 - A sociedade civil palestina publica o chamado ao boicot, desinvestimento e sanções (BDS) contra Israel. Nasce o movimento de BDS.
 
2007 – Israel inicia o bloqueio completo de Gaza (que entre 2008 e 2009 sofreu ataque militar, deixando mais de 1400 mortos).
 
2008/9, 2014 - os úlitmos dois massacres israelenses em Gaza. No 2008/9 foram mortas 1400 pessoas e no 2014 2200 pessoas.
 

 

O Brasil e a ocupação israelense

 
Em 2011, o Brasil tem apoiado fortemente a tentativa de obter o reconhecimento do Estado palestino pelas Nações Unidas. Ao mesmo tempo, encorajado por um Tratado de Livre Comércio com Israel e um acordo militar e de segurança, o Brasil tornou-se o maior parceiro comercial de Israel na América Latina, com negócios que visam grandes eventos, como as Olimpíadas e Copa do Mundo.
 
Hoje o Brasil é o quinto maior importador de armas israelensesdo mundo, e Israel iniciou empreendimentos com companhias brasileiras, em especial no Rio Grande do Sul.
 
É importante desenvolver campanhas que impeçam benefícios a empresas e instituições que alimentam a ocupação e o apartheid israelenses. Não queremos mais ser cúmplices dos crimes de guerra de Israel. Defendemos o direito dos refugiados ao retorno e do exercício de autodeterminação, inclusive o estabelecimento de um Estado Palestino soberano.
 
Juntos podemos criar um mundo sem colonialismo, sem racismo e sem opressão.
 
x

Select (Ctrl+A) and Copy (Ctrl+C)