Analysis

A Ministra da Justiça Portuguesa anunciou a saída do projeto  financiado pela UE, em parceria com o Ministério de Segurança Pública Israelita, a Policia Nacional Israelita e a Universidade de Bar Ilan. O projeto de lei TRAIN, visava unificar as metodologias de interrogatório policial, tem gerado controversia em Portugal por causa da oposição à participação de Israel no Horizon 2020 programa europeu de investigação e inovação, devido aos abusos dos direitos humanos perpretados pelas entidades Israelitas.

Da Palestina acompanhamos com grande preocupação os desenvolvimentos no Brasil. Condenamos o golpe contra o  governo democraticamente eleito, e estamos desolados com a rapidez com que o golpe governamental começou a implementar o seu programa, acumulando politicas de ataque aos direitos do povo brasileiro e globalmente. Infelizmente, estes desenvolvimentos vêm no contexto mais abrangente em que se observa governos que assumem o poder que defendem explicitamente os interesses de pequena elite nacional tal como globalmente defendem os interesses imperialistas.

As eleições do dia 17 de Março confirmou a vitória e a continuidade do partido Likud em Israel. Agora caberá ao atual premiê Benjamin Netanyahu formar um governo de coalisão, cujas as alianças deverá ter a maioria no parlamento. Não esqueçamos as mãos sujas de sangue do atual governo de direita, sendo estes os principais responsáveis pelo massacre de Julho/Agosto passado que provocou mais do 2200 mortes entre a população Palestina em Gaza.

Territórios Palestinos Ocupados, 25 de janeiro de 2015
 
Para: Syriza e o povo grego
 
Em nome da Coalização Palestina pela Defesa da Terra (Palestinian Land Defense Coalition), uma rede de comitês locais, agricultores, trabalhadores, mulheres e jovens, nós congratulamos Syriza e o povo grego pela vitória nas eleições de ontem.
 

Embora ainda profundamente cúmplice em perpetuar a ocupação israelense e em permitir que a sua comissão cometa graves violações do direito internacional, a União Europeia tomou recentemente uma série de medidas que podem indicar um tendência crescente para sanções contra Israel pelo seu fracasso em iniciar  um acordo pacífico com a Autoridade Palestina.

Há 25 anos, o Muro de Berlim veio abaixo. O célebre discurso de John F. Kennedy “Eu sou um berlinense” fez desse muro o símbolo perfeito que o Ocidente escolheu para encarnar o “outro” contra o qual ele se bateu durante décadas, justificando inúmeras guerras, o apoio a ditaduras, a tortura no mundo todo e a repressão interna. O dia 9 de novembro de 1989 marcou o fim da era da Guerra Fria e o início da era do “choque de civilizações”.

Enquanto escrevo este artigo, bombas caem ao nosso redor.

A eletricidade é extremamente restrita, a água dificilmente está disponível, há barulhos assustadores de bombardeios, mísseis, aviões e explosões constantes.

Fico acordado à noite, com medo, aguardando os bombardeios; acordado de dia, ajudando os feridos, procurando alimentos, remédios, enterrando nossos mortos e à procura das ruínas do que foram outrora casas de família.

Nos últimos anos, cada vez mais países vetam negociações com companhias que violam direitos humanos e resoluções da ONU

 

No domingo pasado foi encerrada a Cúpula dos Povos da America Latina, Caribe e Europa, realizada em Santiago do Chile paralelamente à Cúpula CELAC – União Europeia (UE).

 

Movimentos, sindicatos e organizações de toda América Latina e Europa participaram deste encontro para denunciar a contínua exploração colonial por parte da UE na América Latina e discutir ações de luta para reestabelecer as relações entre ambos continentes.

 

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